História:

Povos indígenas:
Os primeiros habitantes da região foram quatro povos indígenas: Pareci, Arino, Beiço de Pau e Rikbákta. Tudo indica que os habitantes mais antigos da região foi o povo denominado Haliti ou Parecizes.

Seringueiros: Em 1950 a região foi ocupada pelos seringueiros para exploração do látex das Seringueiras (Hevea Brasiliensis) árvore típica da Amazônia. O Rio Arinos que teve uma grande importância no desenvolvimento do país, pois era usado para transportar o látex para Manaus.

Garimpeiros: O município teve pequena movimentação de garimpo, no Rio Arinos a 30 Km aproximadamente acima da barra do Rio Claro, se estabeleceu um garimpo de ouro e entro de irradiação para preia de índios - os povos Arino e Paresí.

O Cemitério dos esquecidos Às margens do Rio Arinos, próximo a confluência do Rio Claro, o cemitério recebeu sepultamento de pessoas que faleciam em viagens fluviais, vítimas da malária e da morte violenta nos garimpos da região. O local fica próximo de um porto natural em que embarcações grandes usaviam como ponto de partida em viagens com destino ao Pará através de Juruema. (???)

Os seringueiros na região da barra do Rio Arinos, encontravam índios tidos como novos, logo apelidados de canoeiros de Mato Grosso, pois se mostravam destros no manejo de canoas. Por imprudência dos seringueiros, que invadiram o território dos índios novos, estalou a guerra. Foi quando o Padre João Evangelista deu início ao processo de pacificação.

A história de tomada de posse da região do rio Arinos se deve ao projeto do estado de Mato Grosso de incentivar a colonização do estado. Hoje o estado está entre os maiores produtores de soja do mundo.